Nesta edição, viajaremos com Nellie Bly, a jornalista que desafiou seu tempo ao dar a volta ao mundo em apenas 72 dias. Entre trens, navios e fronteiras, acompanhamos não só um feito geográfico, mas um gesto de coragem, curiosidade e ruptura de padrões. Um convite para refletir sobre o ato de viajar, o olhar jornalístico e a urgência de atravessar o mundo ,e a si mesmo.


Sinopse
Apenas 16 anos depois da publicação de “A volta ao mundo em 80 dias”, a primeira pessoa a quebrar o recorde imaginado por Júlio Verne foi uma “garota”: a jornalista e desbravadora Nellie Bly, que ― aos 24 anos, sozinha e com uma única maleta ― cruzou um planeta que mal começava a se globalizar, venceu a prova e os preconceitos, mostrando que “lugar de mulher é”… no mundo todo. Aos 20 anos, Nellie Bly leu um artigo sobre o “problema” das mulheres que não se casavam. Ela respondeu com uma carta tão incisiva que o jornal a contratou. Para não ficar restrita às sessões de “cuidados do lar”, Nellie partiu para Nova York e foi desafiada por Joseph Pulitzer a investigar um asilo mental acusado de maus-tratos com as pacientes. “Eu disse que poderia, que iria e o fiz”. E o fez com coragem, fingindo-se de louca e sendo internada. O resultado foi contado em Dez dias no manicômio, a primeira “reportagem proeza”, à qual se seguiriam outras investigações, nas quais Nellie expôs corruptos e exploradores das mulheres e pobres. Mais tarde, resolveu se dedicar à sua maior (e mais longa) reportagem: dar a volta ao mundo e quebrar o recorde que só existia nos livros de aventuras. Mais do que correr contra o relógio, Nellie precisava vencer o machismo da época, que duvidava que uma mulher conseguiria se virar sozinha, quanto mais atravessar o planeta.

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